Blogs / Míriam Leitão

Míriam Leitão

O olhar único que há 50 anos acompanha o que é notícia no Brasil e no mundo
Exclusivo para assinantes
0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x
00:00
00:00
O prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil/13-10-2020
A omissão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e a demora de tomada de decisão do ministro do STF Edson Fachin criaram a confusão que está formada neste momento no país. A campanha nacional do PT fez um pedido específico para a Bahia às 13h. Depois das 15h, fez outra para o Brasil todo. O Tribunal Superior Eleitoral recebeu o pedido de prorrogação, mas não tomou decisão alguma. O presidente do STF também recebeu o pedido de prorrogação, mas só às 16h40 distribuiu o pedido para o ministro Cristiano Zanin. O ministro, então, tomou a decisão de aprovar a prorrogação, quando a apuração estava começando.
- Entenda: Advogado diz que apuração deve ser suspensa e votação pode continuar, inclusive, manualmente
Depois da confusão armada, o STF ficou num impasse e, internamente, comentavam que o melhora era manter pausada a apuração, manter abertas as urnas que estão abertas, e fechadas as que estão fechadas.
Foi o que foi feito, Em nota, o ministro Zanin determinou que nas seções que já haviam encerrado, os votos serão computados e totalizados normalmente. Nas demais, a decisão deve ser cumprida e a totalização feita depois, nas condições definidas na liminar. O ministro Kassio Nunes divulgou uma nota no mesmo sentido.
Mais recente Próxima Advogado diz que apuração deve ser suspensa e votação pode continuar, inclusive, manualmente
- Cristiano Zanin
- Edson Fachin
- Kassio Nunes Marques

